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Artigos & Receitas

27 abr

Quando suplementar vitamina D?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), METADE da população mundial tem quantidades insuficientes de vit D!

Como falei no post anterior, obtemos vit D consumindo alguns alimentos e nos expondo ao sol. Mas muitas vezes não é suficiente.

Alguns estudos associam essa deficiência à fraqueza óssea, problemas cardíacos, diabetes, câncer, demências e doenças autoimunes, como a esclerose múltipla.

O déficit de vitamina D pode ser identificado por meio de exames. Recentemente a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) anunciou a mudança do valor de referência da Vitamina D. Até então o valor normal era acima de 30 ng/mL. Atualmente, estão sendo aceitos valores a partir de 20 ng/mL.

O posicionamento atual é de que: – Maior do que 20 ng/mL é o desejável para população geral; – Entre 30 e 60 ng/mL é o recomendado para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteomalácia, raquitismos, osteoporose, hiperparatireoidismo secundário, doenças inflamatórias, doenças autoimunes e renal crônica e pré-bariátricos; – Entre 10 e 20 ng/mL é considerado baixo com risco de aumentar remodelação óssea e, com isso, perda de massa óssea, além do risco de osteoporose e fraturas; – Menor do que 10 ng/mL muito baixa e com risco de evoluir com defeito na mineralização óssea, que é a osteomalácia, e raquitismo. – Acima de 100 ng/mL é considerado elevado com risco de hipercalcemia (quando a quantidade de cálcio no sangue é maior do que o normal) e intoxicação.

Particularmente, recomendo que a vitamina D esteja acima de 40 ng/ml.

A reposição dessa vitamina, quando necessária, é feita de forma oral (gotas ou comprimidos) diária ou semanalmente. Em alguns casos também pode ser feita mensalmente de forma injetável (apenas médicos nesse caso). A vitamina D adicionada ao leite e alimentos é feita na forma sintética de D2. Mas a melhor é a D3, colecalciferol.

Procure um bom profissional de saúde para te orientar!